A língua dos navahos é tam difícil de aprender e a sua estrutura lingüística tam complexa, que é praticamente impossível para um falante nom nativo reproduzir os seus sons. Só uns poucos milheiros de persoas sabem falá-la. O que é mais, o navaho nom semelha ter nengumha conexom com línguas asiáticas ou europeias.
À parte da dificuldade em si da língua, os decodificadores japoneses viam a sua labor impossibilitada pola mistura de navaho e jerga militar que os nativos usavam. O seu código nunca foi rachado no transcurso do conflicto. O primeiro problema dos japoneses era o da transcriçom: nengum nom-navaho era capaz de pôr por escrito os sons que ouvia, muito menos traduzi-los. O segundo problema era que os navahos nom se limitavam a falarem uns cos outros a través da rádio, senom que desenharom "outra" língua navaho, mistura da sua língua e de vocabulário militar. Por exemplo, como em navaho nom havia palavras nativas para definir o material bélico, os soldados nativos americanos inventarom nomes mediante semelhanças dos materiais com cousas cotiáns da reserva, por exemplo às granadas de mam chamavam-lhes "patacas"; e aos avións americanos de combate, "colibris" (pola semelhança no som dos motores dos artefactos voadores co zumbido do pajaro-mosca). A essencial contribuçom cerebral dos navahos à vitória no pacífico nom rematava aí: o código navaho nom se mantinha por escrito, senom que se aprendia de memória. Os navahos nom forom só a arma secreta dos EEUU na sua guerra contra Japom, senom que jogarom um papel decisivo na conquista de muitas ilhas no avance das forças americanas cara Tókio, especialmente em Iwo Jima e Okinowa. Passarom décadas depois da guerra antes de que a fonte do código fosse revelada. O código navaho foi classificado como de alto secreto e nom foi feito público até 1968.
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